eu não quero ser o que você quer que eu seja.

Esse título parece até coisa de adolescente. Como se eu simplesmente não quisesse seguir uma carreira que minha mãe me obriga, por exemplo. Quem dera.

Não sei quem foi a pessoa falsa que te mostrou aquilo. E eu não me importo. Achei engraçado como tu se ofendestes, afinal se tu não tinha culpa, né?

Mas tinha. Foi pouco, não foi nada, tem gente que sofre coisa pior. Não foi suficiente pra um trauma, na maioria das opiniões (não que eu tenha pedido). Mas na minha inocência, achando aquilo normal, nunca disse nada. Até que, finalmente pude enxergar que sim, tinha algo errado. E se tu não tinha culpa, se eu estava te difamando com uma hashtag, porque se doeu? Achei engraçado. Não me importo.

Obviamente, não me arrependi pelo conteúdo, mas por não ter limitado as visualizações. Mas não esperava que tu fosse me encher, como já estava tentando há um tempo. Com suas pseudo-ameaças, as quais tenho provas com várias pessoas, com sua infantilidade que sempre foi tua característica. Sua tentativa cômica e triste de me atingir. Eu não me acho bonita, mas sei que não sou tão feia, então ignorei essa tentativa de insulto infeliz. Na verdade eu achei bem engraçado, até. rs Só conseguia me arrancar risadas. E com certeza o teu objetivo eram minhas lágrimas.

 

E de fato, elas são presentes na minha vida.

A segunda parte me atingiu sim, em partes. Bom, eu estava sim no fundo do poço em uma época. Talvez eu volte ou esteja voltando, ou já esteja nele de novo e não percebi. Mas eu me recuso a ser o que você quer que eu seja. Infeliz, depressiva, bipolar, instável, ansiosa. Eu me recuso. Eu vou lutar com todas as minhas forças pra não sucumbir, pra não afundar. Mas criatura, tu não vai ter o que tu quer.

Eu posso ter receio, talvez medo de te encontrar na rua, pois caráter você não tem muito. Afinal, sei de histórias suas que provam isso, fora o que vi com meus olhos. Enfim.

Mas me recuso a ser como você quer. Eu vou lutar. Eu vou deixar minha insônia, meus pensamentos duvidosos e tudo o mais. Não preciso provar nada pra você, mas minha tristeza você não terá.

Aliás, eu te perdoo, viu? Tudo o que eu tenho pra te oferecer é pena.

Este texto não foi pra dizer que tu ainda vive na minha cabeça: não, tu não tem nenhuma parte de mim. Mas essa noite de insônia me fez perceber que eu não quero e não devo ser triste. Eu não vou ceder aos desejos daqueles que possam desejar isso. Mas eu nunca tive inimigos, e a única pessoa que poderia desejar meu mal é tu. Então, é só um recadinho. Se há mais alguém, fica o recado também. O texto é meu, somente meu, e não seu. Eu passei dessa fase desde 2013.

Fui ali, ser feliz nos pequenos momentos. E volto. Cada vez mais forte.

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Hello!

Eu não morri, nem desisti do blog.

Ok, ok, isso até me passou pela cabeça, mas resolvi que enquanto eu sentir vontade de me expressar, mesmo que seja no Twitter, não iria desisti do blog também.

Porém, como eu ainda estou sem um espaço pra mim, meu quarto, vocês (vocês, quem?) não poderão ler a minha mente. O motivo é até simples, porém meio doido: descobri que me expresso melhor ao escrever se eu for “conversando” comigo mesma em voz alta.

É, eu sei que isso soa estranho mas, bom, eu praticamente já falo sozinha mesmo, hehehehe

Então eu preferia os momentos de madrugada e porta trancada pra abrir a criatividade, se é que tenho alguma, né.

No mais, os outros dias foram assim:

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créditos da imagem: Wigflips